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Ser mãe depois da tempestade

Ser mãe depois da tempestade

O primeiro mês do puerpério foi tenso. Chorei sem motivo, sorri de olheira a olheira (não, eu não escrevi errado!) e me senti perdida, tanto com a bebê quanto comigo mesma. Durante o segundo mês, eu senti diversas novas emoções. A tempestade foi acalmando, e eu podia prever que, logo ali, estaria o fim da turbulência.

E quando passa a tempestade, ah… é muito melhor! Quando a Olívia fez 3 meses eu pude perceber uma grande diferença nela – e, consequentemente, em mim. Ela nunca foi uma bebê que acordava de hora em hora à noite (no máximo uma ou duas vezes), e não teve muitas cólicas. Ainda assim, depois desse período inicial, isso também melhorou muito. Agora, aqui em casa dormimos a noite toda (graças a Deus!) e as dores de barriga, que já eram fracas, se foram! Viva!

Então, eu posso dizer, agora por experiência própria, aquilo que tanto me falavam durante o meu puerpério: vai passar!

E depois da tempestade, vem o quê? Ah, muitas novas emoções! E uma delas é, simplesmente, o amor. A gente sente um amor incondicional, puro, leve e muito gostoso por esses pequenos seres. Me arrisco a dizer que o amor não é instantâneo, pois tem muitas coisas acontecendo nos primeiros meses, mas quando vem, é pra aliviar a vida. Pra trazer sentido e propósito.

Ser mãe depois da tempestade é tudo de bom. E eu, que jamais achei que admitiria isso, preciso confessar: ah, que saudade de ter a minha filha tão pequenininha! Mas, por outro lado, é lindo ver ela crescer e descobrir o mundo. O tempo voa, e nos resta aproveitar cada momento. Ser mãe é desafiador, mas é a coisa mais extraordinária que já me aconteceu. Estou vivendo a melhor fase da minha vida.

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